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Em contenção de gastos São Paulo busca sanar dívidas

Não está fácil para ninguém e nem para o São Paulo. O time do Morumbi está apertando os cintos para quitar as dívidas do ano passado, referente ao direito de imagens de seus jogadores. 

A situação que já não estava tão favorável para o Tricolor dentro da esfera financeira, agravou-se mais um pouco com a chegada da pandemia do coronavírus.

Com ela veio a proibição de eventos esportivos, paralisação dos campeonatos o que desordenou por completo toda a dinâmica dos jogos, e em alguns times atletas foram contaminados como foi o caso do Corinthians que teve praticamente todo o seu elenco contaminado. Com tantos impedimentos, os times do mundo todo estão fazendo um verdadeiro malabarismo para manter ao menos os salários dos jogadores em dia, e o  São Paulo não fugiria a regra. 

Na gestão de Carlos Augusto de Barros de Silva, o Leco, antes de entregar para o atual presidente Júlio Casares, Barros e Silva providenciou o parcelamento dos valores referente ao direito de imagem sendo pagos de forma gradativa em 2021. 

Assim como é feito no orçamento doméstico, o São Paulo precisou reduzir os custos em 50% dos salários dos jogadores, mas fez um acordo onde essa diferença seria reposta em 12 vezes com o primeiro pagamento no mês de março. 

Cumprindo o prometido da gestão anterior, o atual presidente Júlio Casares, deu início ao pagamento no mês de março, onde foram feitos os pagamentos dos salários mensais, mais a primeira parcela do acordo feito em 2020, mas para alguns  jogadores não foi repassado a parcela do acordo, o que levantou o sinal de alerta. 

– O que São Paulo explica aos jogadores que não receberam? 

Os líderes Pablo, Miranda, Bruno, Reinaldo e Luciano, reuniram-se com o diretor Carlos Belmonte para obter informações dos passos que a diretoria iria tomar para quitar esta dívida com os jogadores que até o momento não receberam a parcela do acordo e agora aguardam novas deliberações.

A chegada da pandemia trouxe uma realidade preocupante para o time que viu seu estádio vazio, devido a necessidade de isolamento social, o que representou para  São Paulo a não arrecadação de R$ 130 milhões e a saída de patrocinadores masters agravou ainda mais os danos financeiros ao Tricolor Paulista.